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	<title>Comentários sobre: Visita ao &#8220;oásis arquitetônico&#8221; gaúcho</title>
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	<description>Blog do curso de Arquitetura e Urbanismo da Feevale</description>
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		<title>Por: ismael rosset</title>
		<link>http://arqfeevale.wordpress.com/2008/04/27/visita-ao-oasis-arquitetonico-gaucho/#comment-141</link>
		<dc:creator>ismael rosset</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 00:48:10 +0000</pubDate>
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		<description>É no resgate da cultura, na valorização do Patrimônio Histórico Artístico e Cultural que fazem parte de nossas comunidades, e na promoção das festas que procuram divulgar e fazer conhecer a cultura a todos, que sentimo-nos fortalecidos quanto ao cumprimento de nosso papel de preservar os costumes, as tradições e valorizá-la sempre mais, através da execução do conjunto arquitetônico do Museu do Pão.

E com satisfação que estaremos em Brasília, no próximo dia 08 de outubro para recebermos o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade 2008, na Categoria Preservação de Bens Móveis e Imóveis, pela ação Conjunto Arquitetônico Museu do Pão.
 
Como o pão, a cultura está presente de formas diversas em todos os povos das mais variadas raças e descendências as quais muito contribuíram e continuam interferindo para formação de um mundo mais justo e capaz de vencer desafios. A cultura de cada povo marca e registra sua história através de suas cores, seus hábitos alimentares, suas músicas, suas imagens, suas formas, como as do pão. Com o primeiro passo dado, através da execução do Museu do Pão e seu conjunto, iniciamos o nosso objetivo maior, o da realização do Caminho dos Moinhos, numa verdadeira mostra e intercâmbio da cultura dos nossos povos que fazem, sim, a nossa história.


Na região alta do Vale do Taquari, no centro do Rio Grande do Sul acontece um pequeno fragmento da vida. Um exemplo de cultura humana. Uma celebração universal, oculta de significados múltiplos, dos nossos ancestrais como: indígenas, negros, asiáticos, italianos, portugueses, alemães, dentre outros.

Eu, Ismael Rosset, bem como, os demais ilopolitanos e os moradores da região alta do Vale do Taquari, continuaremos recebendo com carinho aos visitantes que estão chegando a nossa região  e que estão por vir, no decorrer dos anos futuros. 

	
Quero também dizer a vocês que, com o apoio da Fundação Nestlé Brasil, bem como de muitas instituições e organismos: Ministério da Cultura, IPHAN, Governo Italiano através do Instituto Ítalo-Latino Americano de Roma, Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, Conselho Estadual de Cultura do RS, IPHAE, Sistema LIC do RS, Universidade de Caxias do Sul, Universidade do Vale do Taquari, EmaterRS/ASCAR, Associação Cultural Italiana Rio Grande do Sul, as Administrações Municipais de Ilópolis, Arvorezinha, Anta Gorda e Putinga, Conselho do Patrimônio Histórico e Artístico de Ilópolis, o escritório  Brasil Arquitetura, dentre outros, foi restaurado o Moinho Colognese e construído o complexo que hoje abriga o Museu do Pão e a Oficina de Panificação e Confeitaria. Através deles, além de resgatarmos a nossa cultura, estamos oferecendo alternativas de geração de emprego e renda, vindos a impulsionar as mais variadas ações, em nossa região. 

Convido-os a conhecer, em especial, a beleza de nossa cidade, que acolhe a todos com nosso chimarrão e com a simplicidade de cada morador, tornando Ilópolis (Cidade de Erva-Mate e da Ecologia), um pequeno paraíso, paraíso esse, rodeado por uma paisagem verde de Mata Atlântica, que abriga um povo simples, mas que muito estima por uma educação voltada à preservação do Meio Ambiente.


É-nos, imensamente importante sermos agraciados através do reconhecimento de instrumentos que valorizam essas ações, como o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade 2008, porque estimula-nos também, a buscar incessantemente a pluralidade cultural de nossos tempos. E assim fico agradecido por ter tido o privilégio de atender a comitiva da Feevale. Reforço e endosso meus elogios ao empenho para o qual esta instituição se propõe, também, a praticar. 

Brindamos este Prêmio, que também é de vocês.

ATT

Ismael Rosset
Diretor Executivo da AAMoinhos
Ilópolis RS BR
95990-000
www.caminhodosmoinhos.com.br</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É no resgate da cultura, na valorização do Patrimônio Histórico Artístico e Cultural que fazem parte de nossas comunidades, e na promoção das festas que procuram divulgar e fazer conhecer a cultura a todos, que sentimo-nos fortalecidos quanto ao cumprimento de nosso papel de preservar os costumes, as tradições e valorizá-la sempre mais, através da execução do conjunto arquitetônico do Museu do Pão.</p>
<p>E com satisfação que estaremos em Brasília, no próximo dia 08 de outubro para recebermos o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade 2008, na Categoria Preservação de Bens Móveis e Imóveis, pela ação Conjunto Arquitetônico Museu do Pão.</p>
<p>Como o pão, a cultura está presente de formas diversas em todos os povos das mais variadas raças e descendências as quais muito contribuíram e continuam interferindo para formação de um mundo mais justo e capaz de vencer desafios. A cultura de cada povo marca e registra sua história através de suas cores, seus hábitos alimentares, suas músicas, suas imagens, suas formas, como as do pão. Com o primeiro passo dado, através da execução do Museu do Pão e seu conjunto, iniciamos o nosso objetivo maior, o da realização do Caminho dos Moinhos, numa verdadeira mostra e intercâmbio da cultura dos nossos povos que fazem, sim, a nossa história.</p>
<p>Na região alta do Vale do Taquari, no centro do Rio Grande do Sul acontece um pequeno fragmento da vida. Um exemplo de cultura humana. Uma celebração universal, oculta de significados múltiplos, dos nossos ancestrais como: indígenas, negros, asiáticos, italianos, portugueses, alemães, dentre outros.</p>
<p>Eu, Ismael Rosset, bem como, os demais ilopolitanos e os moradores da região alta do Vale do Taquari, continuaremos recebendo com carinho aos visitantes que estão chegando a nossa região  e que estão por vir, no decorrer dos anos futuros. </p>
<p>Quero também dizer a vocês que, com o apoio da Fundação Nestlé Brasil, bem como de muitas instituições e organismos: Ministério da Cultura, IPHAN, Governo Italiano através do Instituto Ítalo-Latino Americano de Roma, Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, Conselho Estadual de Cultura do RS, IPHAE, Sistema LIC do RS, Universidade de Caxias do Sul, Universidade do Vale do Taquari, EmaterRS/ASCAR, Associação Cultural Italiana Rio Grande do Sul, as Administrações Municipais de Ilópolis, Arvorezinha, Anta Gorda e Putinga, Conselho do Patrimônio Histórico e Artístico de Ilópolis, o escritório  Brasil Arquitetura, dentre outros, foi restaurado o Moinho Colognese e construído o complexo que hoje abriga o Museu do Pão e a Oficina de Panificação e Confeitaria. Através deles, além de resgatarmos a nossa cultura, estamos oferecendo alternativas de geração de emprego e renda, vindos a impulsionar as mais variadas ações, em nossa região. </p>
<p>Convido-os a conhecer, em especial, a beleza de nossa cidade, que acolhe a todos com nosso chimarrão e com a simplicidade de cada morador, tornando Ilópolis (Cidade de Erva-Mate e da Ecologia), um pequeno paraíso, paraíso esse, rodeado por uma paisagem verde de Mata Atlântica, que abriga um povo simples, mas que muito estima por uma educação voltada à preservação do Meio Ambiente.</p>
<p>É-nos, imensamente importante sermos agraciados através do reconhecimento de instrumentos que valorizam essas ações, como o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade 2008, porque estimula-nos também, a buscar incessantemente a pluralidade cultural de nossos tempos. E assim fico agradecido por ter tido o privilégio de atender a comitiva da Feevale. Reforço e endosso meus elogios ao empenho para o qual esta instituição se propõe, também, a praticar. </p>
<p>Brindamos este Prêmio, que também é de vocês.</p>
<p>ATT</p>
<p>Ismael Rosset<br />
Diretor Executivo da AAMoinhos<br />
Ilópolis RS BR<br />
95990-000<br />
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		<title>Por: Jorge Luís Stocker Jr.</title>
		<link>http://arqfeevale.wordpress.com/2008/04/27/visita-ao-oasis-arquitetonico-gaucho/#comment-25</link>
		<dc:creator>Jorge Luís Stocker Jr.</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 22:06:37 +0000</pubDate>
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		<description>Um oásis mesmo. Não dá pra deixar de transparecer uma pontinha de inveja, por nossa região aqui ter um potencial incrível pra iniciativas como essa e ainda termos que nos deparar com aberrações no trato com patrimônio histórico e criação de anexos miméticos.

Incrível também a sincronia que as duas obras tem. Tanto pelo efeito de madeira do concreto, locação das janelas, a implantação no terreno... As plataformas que criaram diversos pontos de observação tanto do moinho quanto do museu, era uma foto a cada passo...

Achei interessante como esses moinhos possuem formas simples e diretas, praticamente puras. Nisso se encaixam muito bem ao lado arquitetura contemporânea, ainda mais do que os contrastes forçados entre prédios muito ornamentos e anexos contemporâneos.

O mais legal de tudo é sair dali vendo que os prédios novos são tão interessantes quanto o moinho antigo. Algo que tem sido cada vez mais raro, infelizmente.
Até arrisco dizer que o restauro do moinho não faria o menor sentido sem o museu...

Enfim, MUITO bom ver algo contemporâneo relevante ao vivo, e numa cidade pequena. Com certeza uma pequena revolução começando na região... Só ver a cara de espanto da velhinha da padaria! hehe Só espero um dia podermos ver coisas assim sendo construídas por aqui. Potencial nós temos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um oásis mesmo. Não dá pra deixar de transparecer uma pontinha de inveja, por nossa região aqui ter um potencial incrível pra iniciativas como essa e ainda termos que nos deparar com aberrações no trato com patrimônio histórico e criação de anexos miméticos.</p>
<p>Incrível também a sincronia que as duas obras tem. Tanto pelo efeito de madeira do concreto, locação das janelas, a implantação no terreno&#8230; As plataformas que criaram diversos pontos de observação tanto do moinho quanto do museu, era uma foto a cada passo&#8230;</p>
<p>Achei interessante como esses moinhos possuem formas simples e diretas, praticamente puras. Nisso se encaixam muito bem ao lado arquitetura contemporânea, ainda mais do que os contrastes forçados entre prédios muito ornamentos e anexos contemporâneos.</p>
<p>O mais legal de tudo é sair dali vendo que os prédios novos são tão interessantes quanto o moinho antigo. Algo que tem sido cada vez mais raro, infelizmente.<br />
Até arrisco dizer que o restauro do moinho não faria o menor sentido sem o museu&#8230;</p>
<p>Enfim, MUITO bom ver algo contemporâneo relevante ao vivo, e numa cidade pequena. Com certeza uma pequena revolução começando na região&#8230; Só ver a cara de espanto da velhinha da padaria! hehe Só espero um dia podermos ver coisas assim sendo construídas por aqui. Potencial nós temos.</p>
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