Na revista AU de julho (ed. 172), na seção Fato & Opinião, é feita a pergunta do título acima. A matéria tem as respostas dos arquitetos Alejandro Aravena, Patricio Mardones Hiche (estes dois chilenos), Ruth Verde Zein, Carlos Eduardo Comas (UFRGS) e Fernanda Barbara. Abaixo a opinião do Aravena, arquiteto chileno, diretor-executivo da Elemental, que é um dos que ilustram a matéria de capa desta edição ‘JOVENS ARQUITETOS LATINO-AMERICANOS’.
“Creio que o pior que um arquiteto pode fazer é se dizer genuíno ou, nesse caso, genuinamente latino-americano. A nossa atividade trata de fazer projetos contestando as perguntas como for o caso. Não se trata de uma identidade nacional ou continental como tema, mas sim, de pertinência e adequação.” A. ARAVENA.
Ou seja, uma arquitetura, nas palavras de Comas “… com a economia entendida como fazer o máximo com o mínimo em qualquer escala de intervenção, com a sustentabilidade como âncora de sensibilidade“, ou ainda, conforme Zein, onde ”a tensão entre modernidade e tradição, entre regionalismo e universalismo, não precisa ser resolvida pela exacerbação das pontas, mas pela busca de equilíbrio entre opostos aparentes.”
Para ler online: www.revistaau.com.br

Terça-feira, 29 Julho, 2008 às 11:57 pm |
“pertinência e adequação” Alejandro Aravena
Pra mim diz muita coisa.
Mas procurar uma identidade entre as produções arquitetônicas locais é estranho. Pode haver uma interação, intercâmbio de idéias… Mas as características básicas referem-se sempre ao programa, ao problema. individual, único, particular.
Terça-feira, 3 Fevereiro, 2009 às 5:49 pm |
por favor,alguem conhece o arquiteto latino americano rogerio vilamejo?