Archive for the ‘História da Arquitetura’ Category

Novo Banco de Imagens da Arquitetura e Urbanismo

quinta-feira, 24 novembro, 2011

por Prof. Bruno Mello

Prezados leitores,

O Laboratório de Teoria e História da Arquitetura e Urbanismo está trabalhando na criação de um Banco de Imagens de Arquitetura Brasileira. Estas imagens constituirão um acervo digital que poderá ser consultado por acadêmicos e docentes do curso como suporte para pesquisas e trabalhos acadêmicos. A catalogação já em andamento está organizando imagens de exemplares da arquitetura colonial, neoclássica, eclética e modernista de cidades nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O acervo já totaliza mais de 5.000 imagens.

Para ampliar este banco de imagens do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Feevale à disposição da comunidade acadêmica o Laboratório conta com a colaboração de todos. A construção deste banco de imagens está sendo realizado a partir de doações de imagens. Desta forma, se você tem imagens de Arquitetura Brasileira e tem interesse em contribuir com o LAB THAU, doe suas fotografias para o acervo entrando em contato através do e-mail labthau@feevale.br ou fale com o Professor Bruno Mello.

A autorização da cessão das fotos é efetivada através da assinatura de um contrato de cedência de uso. Todas as imagens doadas terão a citação de autoria destacada em uma “etiqueta digital” incorporada a foto.

Contamos com a colaboração de todos!

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44 anos sem Le Corbusier

quinta-feira, 27 agosto, 2009

Hoje lembramos o aniversário da morte de Charles-Édouard Jeanneret-Gris (La Chaux-de-Fonds, 6 de Outubro de 1887 — Roquebrune-Cap-Martin, 27 de Agosto de 1965). Considerado o Brunelleschi do Século XX por Lucio Costa, “Le Corbusier” (como ficou eternizado) aparece no vídeo abaixo numa de suas palestras ao redor do mundo:

O vídeo inicia com uma pequena interferência, mas depois é reproduzido sem problemas na imagem:

Arquitetura de Porto Alegre no Período Positivista (1889-1930)

quinta-feira, 16 abril, 2009
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Clique para ampliar a linha do tempo

A Exposição: Arquitetura de Porto Alegre no Período Positivista encontra-se aberta ao público no Salão de Exposições do prédio Arenito, trazida através da iniciativa do Laboratório de Teoria e História da Arquitetura em parceria com o  Memorial do Rio Grande do Sul.

A exposição é resultado do trabalho em livre colaboração entre o Memorial do Rio Grande do Sul e o Programa de Pesquisa e Pós-graduação da Faculdade de Arquitetura da UFRGS (PROPAR/UFRGS). A montagem, pesquisa e elaboração dos painéis foram realizadas pelo Grupo de Pesquisa: Classicismo e Arquitetura/CNPq – PROPAR/UFRGS, formado pelos arquitetos Arq. Claudio Calovi Pereira, Arq. Rinaldo Barbosa, Arq. Ricardo Calovi e Arqª. Samantha Diefenbach durante o ano de 2006 e inaugurada em 2007 como mostra itinerante a fim de divulgar o período em questão.

O período dos governos positivistas no Rio Grande do Sul, que se inicia com a Proclamação da República e vai até o ano de 1930, define um momento de extrema importância na história do Rio Grande do Sul e no desenvolvimento da cidade de Porto Alegre. As transformações sociais, políticas e econômicas do estado levam a uma concentração de atividades produtivas e comerciais na capital gaúcha que assume a primazia econômica do estado, além de centro político do poder estadual. Este cenário propiciou o desenvolvimento singular da cidade de Porto Alegre e da produção arquitetônica na cidade. Grande parte do patrimônio arquitetônico de Porto Alegre foi construído neste período, seja no âmbito da construção oficial e nas instituições de ensino, como em prédios privados.

A pesquisa revela a preocupação com uma nova imagem da cidade e busca divulgar sua história cultural e arquitetônica, assim como o resgate e a conscientização da necessidade de preservação e conhecimento deste patrimônio.

A montagem da exposição reúne as edificações de quatro espaços significativos da cidade:

  • A Praça da Matriz, que abriga o Palácio  Piratini (Sede do Governo), a Biblioteca Pública, o Monumento a Júlio de Castilhos, a Catedral Metropolitana e  o Arquivo Público do Estado;
  • A Praça da Alfândega, que o prédio dos Correios e Telégrafos (atual Memorial do Rio Grande do Sul), A Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional (atual Museu de Artes do RS – MARGS), assim como o aterro do porto e pórtico de entrada da cidade na época;
  • O Paço Municipal, com o prédio do Mercado Público e da Intendência Municipal;
  • O Campus Central da atual Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com a Escola de Engenharia, Faculdade de Direito, Chateau, Castelinho, Observatório Astronômico, Colégio Júlio de Castilhos, Instituto Parobé, Instituto Eletrotécnico, Instituto de Química, Instituto de Meteorologia e a Faculdade de Agronomia.

A exposição foi montada em painéis flexíveis, a fim de poder circular e ser revelada aos cidadãos como uma mostra itinerante, podendo ser exposta no seu todo ou em partes e facilitando sua montagem em escolas, teatros, supermercados, prefeituras e outros locais de fácil acesso á população, como forma de divulgar a cidade e seu patrimônio e auxiliar na conscientização de sua importância.

Vitruvio e Asterix

quarta-feira, 1 abril, 2009

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Desde a última quinta-feira, no Espaço 101 do Prédio Arenito, tem sido possível visitar a mostra “Vitruvio e Asterix”.

A exposição reúne trabalhos acadêmicos do início do curso, das turmas da disciplina Teoria e História da Arquitetura e do Urbanismo I, do primeiro e segundo semestres de 2008.

Reunindo imagens dos clássicos gibis “Asterix”, os alunos elaboraram histórias em quadrinhos que relatam os dez livros do, não menos conhecido dos arquitetos e aspirantes, Tratado de Vitruvio, escrito no século I a.C. . O tratado elenca e pormenoriza recomendações a respeito da práxis da arquitetura e do desenho das cidades, e tem servido de referência por mais de dois mil anos, tendo sido especialmente valorizado pelos arquitetos do Renascimento.

O resultado da atividade foi muito satisfatório e comprovou que, com empenho e um pouco de criatividade, é possível abordar academicamente temas, à primeira vista, herméticos e enfadonhos, traduzindo um texto milenar para uma linguagem acessível e divertida.

Os trabalhos ficarão expostos até o dia 9 de abril. Contamos com sua presença e com seus comentários sobre a exposição aqui no blog!